
José Daltrino, o Profeta Gentileza, morreu em 1996 aos 79 anos. Seu legado permanece.
Gentileza cantado por Marisa Monte :
http://www.youtube.com/watch?v=mpDHQVhyUrY
http://www.youtube.com/watch?v=2xVHotybpmw


Pintar uma parede com listras tornando-a mais divertida e prazerosa de ser vista é relativamente fácil, mas exige paciência e alguns cuidados importantes. A seguir, apresento um passo a passo para a realização bem sucedida da pintura de uma parede listrada.
Ferramentas para desenhar as listras : trena, nível, lápis, régua de alumínio ou de madeira (de um metro ou pouco mais).
Material de pintura: fita crepe (de 48mm e 25mm), rolo de lã de diferentes larguras (se a parede for lisa prefira os anti-gotas), pincél,bandeja, massa acrílica ou massa corrida em pequena quantidade, lixa massa grão 100 e grão 220.
1º Passo : Planejar a quantidade de listras, a largura das mesmas, e as cores que serão utilizadas.
A primeira coisa que se deve fazer antes de iniciar o trabalho de pintura diz respeito ao planejamento . Devemos planejar as listras criando um layout com a combinação das cores que se deseja empregar na parede. Para isso, primeiramente meça a parede que deseja pintar e depois desenhe a parede (medidas de largura e altura e aberturas se houverem) no seu computador utilizando um software gráfico (recomendo o Corel Draw). Em seguida, desenhe as listras no Corel e depois faça a combinação de cores das listras . Fazendo isto você terá uma boa noção de como ficará o resultado da pintura da sua parede e terá a certeza que o número de listras e a medida das mesmas, assim como a combinação das cores sairá conforme o esperado.
2º Passo: Definir a pintura de fundo da parede a ser pintada.
Se a parede tiver sido selada (pronta para receber pintura) proceda a pintura de fundo observando :
a) Para parede de listras de duas cores: escolha uma das cores como sendo a cor de fundo tomando o cuidado para escolher a cor clara para o fundo. Neste caso, pinte com 03 demãos da tinta de fundo.
b) Para parede de listras variadas: utilizar uma cor como sendo a cor de fundo poderá ser "interessante" ou não. Isto dependerá da percentagem da área da parede a ser pintada com a cor que se deseja para o fundo. Eu adoto como regra o valor de 30%. Se a área da parede a ser pintada com a cor desejada para o fundo representar menos do que 30% da área total da parede, então é possível que a adoção de de uma cor como sendo a cor de fundo seja desnecessária ou até mesmo desaconselhável.
3º Passo: Desenhar as linhas base para a demarcação das listras:
Para desenhar as linhas que servirão de base para a demarcação das listras com fita crepe utilize trena, nível de bolha, uma régua de alumínio ou de madeira (perfeitamente reta) e lápis. É importante usar o nível de bolha a fim de evitar que as listras fiquem desniveladas ou com larguras diferentes ao longo das mesmas. Faça vários pontos de referência utilizando trena e nível em toda extensão da listra a ser desenhada e depois utilize uma régua de alumínio (um perfil de 1 metro ou pouco mais) para traçar linhas unindo os pontos. Recomendo utilizar o nível de bolha em conjunto com a régua de modo a confirmar o nível da linha que se está desenhando.
4º Passo: Demarcar as litras com fita crepe.
Uma vez desenhada à lápis as linhas das listras então é só usar fita crepe para delimitar a área de pintura. Pressione bem a fita crepe contra a parede(faça isso com seus próprios dedos) para evitar que a tinta escorra pelas micro-frestas entre fita e parede. Já li na internet pessoas recomendando utilizar borracha para pressionar a fita crepe, mas é um procedimento desnecessário e inútil. Apresento no final do POST uma técnica que, se bem empregada, resolverá o problema do escorrimento da tinta por baixo da fita crepe.
Utilize fita crepe (48mm) quando a largura da listra a ser pintada for menor, parecida, ou igual a largura do rolo utilizado. Nos demais casos, por questão de economia, pode ser utilizado fita crepe de largura inferior (25mm).
5º Passo: Pintar com 03 demãos de tinta fazendo uso, preferencialmente, de um rolo de lã.
6º Passo: Retirar cuidadosamente a fita crepe.
Retire a fita crepe cuidadosamente tomando os seguintes cuidados e providências:
a) Se a tinta utilizada for diferente da tinta Acrílica Fosca ou PVA talvez seja necessário o uso de um estilete para auxiliar na retirada da fita crepe. Utilizando um estilete faça um leve corte na parede junto à borda da fita crepe. Este procedimento evitará que na retirada da fita crepe a linha de borda da listra seja danificada ou parte da tinta da mesma seja removida .
b) Se a fita crepe estiver muito aderida a parede utilize uma esponja molhada e umedeça a fita crepe antes de iniciar a retirada da fita. Este procedimento facilitará a retirada da fita crepe bem como poderá evitar o arrancamento da tinta de fundo onde a fita está grudada.
PARA EVITAR ESCORRIMENTO DA TINTA POR BAIXO DA FITA CREPE
Um problema comum na pintura de listras na parede é o escorrimento da tinta por baixo da fita crepe deixando as bordas das listras com um aspecto visual indesejado. Isso ocorre mesmo se a parede for lisa e nivelada e mesmo que se tenha pressionado adequadamente a fita contra a parede.
Um procedimento que evita o escorrimento da tinta por baixo da fita crepe é a utilização de massa acrílica ou massa corrida junto à borda da fita crepe. Veja como fazer:
a) Aplique com a ponta do dedo uma pequeníssima quantidade de massa junto a borda da fita crepe. Este procedimento veda as micro-frestas existentes entre parede e fita crepe e evita o escorrimento da tinta por baixo da fita.
b) Se necessário lixe a massa aplicada com lixa própria para massa . Se foi aplicado uma pequena quantidade de massa conforme o indicado, uma lixa de grão 220 ou superior é o recomendado. Faça isso com cuidado para evitar danificar a fita crepe e rasgá-la. Após lixar a massa, elimine o pó do local e em seguida pinte a listra conforme já indicado. Vale mencionar que o uso de uma camada mínima de massa junto à borda não dificultará em nada a retirada da fita crepe da parede.
Estive neste final de semana numa janta de confraternização política com amigos e um deles , em dado momento, me sugeriu um estágio ( com alguém ou em algum lugar que não me interessou) para aprender a emitir sorrisos em qualquer situação, mesmo naqueles momentos em que não se tem vontade alguma para sorrir (quando não se gosta de alguém, quando alguém faz algo que não lhe agrada, etc.) ; enfim, emitir sorrisos sempre, mesmo que sejam falsos ou dissimulados. Provavelmente esta idéia tenha lhe passado pela cabeça naquele momento por perceber que ali haviam políticos que sorriam à toa, para todos os lados e, no seu ponto de vista, estes sorrisos, mesmo que não sejam “sorrisos verdadeiros”, são mais proveitosos politicamente.
Eu não gostei da sugestão porque sorriso para mim não deve ser político e sim verdadeiro. Tem que ser um sorriso sincero porque uma das coisas que mais prezo nas pessoas é a sinceridade. E sorrir quando não se tem vontade ou quando a ocasião não merece um sorriso me parece uma mera falsidade.
Este episódio fez-me lembrar do “Sorriso de Duchenne”. O “Sorriso de Duchenne” é uma homenagem do pesquisador Paul Ekman, que na década de 70, catalogou diferentes tipos de sorrisos e identificou apenas um deles como sendo o sorriso genuíno, verdadeiro, e resolveu homenagear o neurologista francês Duchenne de Bolougne. Guillaume Benjamin Amand Duchenne (de Bolougne) no século XVIII fez estudos detalhados sobre as expressões faciais decorrentes do sorriso. Duchenne descobriu que o sorriso verdadeiro e o sorriso falso utilizam conjuntos de músculos faciais diferentes.
Segundo Duchenne, no sorriso genuíno , os músculos da bochecha e os cantos da boca se elevam, as pálpebras se apertam e aparecem rugas em torno dos olhos. Concordando ou não com a caracterização do “Sorriso de Duchenne” o certo é que sorrir verdadeiramente faz muito bem não só para quem sorri, mas também para quem recebe o sorriso e sabe que nele pode confiar . A propósito; se a bela Julia Roberts sorrisse para você (imagem a seguir) qual dos sorrisos a seguir você acha que seria o sorriso genuíno de Duchenne?
A internet é realmente uma grande biblioteca. O compartilhamento de informações entre os internautas é louvável e é uma prática comum. Sendo assim, compartilho a solução para um pequeno problema, mas uma chatice, que enfrentei no Corel Photo Paint : a barra de menus havia sumido.